Mauro Fonseca/Power Mix
14/08/2025 - 15:04
A pesquisa leva em consideração fatores como educação, saúde, infraestrutura, proteção social, desenvolvimento rural e gestão pública. Nenhum município alcançou a marca de 0,6, limite considerado “alto” pela metodologia, mas os resultados mostram bons exemplos de organização administrativa e conversão da força econômica do agronegócio em melhorias para a população.
No ranking nacional, Diamantino (MT) garantiu a 4ª colocação, reforçando seu papel de destaque no cenário agropecuário e na oferta de condições de vida no campo. Além dela, outras cinco cidades mato-grossenses figuram no top 10, evidenciando um padrão positivo no estado.
A liderança ficou com Cascavel (PR), com ICV de 0,57, mostrando que políticas públicas consistentes podem fazer a diferença na qualidade de vida rural, mesmo sem atingir o nível “alto” definido pelo estudo.
De acordo com a Agenda Pública, o bom desempenho de cidades mato-grossenses está relacionado a investimentos em infraestrutura rural e gestão eficiente, embora desafios em áreas como educação e proteção social ainda persistam.
O levantamento reforça a necessidade de que a riqueza gerada pelo agronegócio seja cada vez mais revertida em benefícios diretos para quem vive no campo, garantindo sustentabilidade, sucessão geracional e inovação no setor.
VEJA O RANKING DAS DEZ MELHORES CIDADES PARA VIVER NO CAMPO:
| Posição | Cidade (UF) | ICV (0 a 1) |
|---|---|---|
| 1º | Cascavel (PR) | 0,57 |
| 2º | Campos de Júlio (MT) | 0,54 |
| 3º | Rios do Rio Pardo (MS) | 0,54 |
| 4º | Diamantino (MT) | 0,53 |
| 5º | Rio Brilhante (MS) | 0,53 |
| 6º | Campo Verde (MT) | 0,51 |
| 7º | Itajá (GO) | 0,51 |
| 8º | Paranatinga (MT) | 0,51 |
| 9º | Tapurah (MT) | 0,51 |
| 10º | Sapezal (MT) | 0,51 |
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