Leiagora
28/01/2026 - 07:52
A Prefeitura de Cuiabá declarou que a atual gestão não figura entre os investigados na Operação Gorjeta deflagrada pela Polícia Civil nesta terça-feira (27), que apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos envolvendo emendas parlamentares. O vereador Chico 2000 (PL) é um dos alvos e está afastado do cargo por 60 dias, outros dois servidores da Câmara Municipal foram exonerados. A gestão municipal reforça que nenhum dos alvos das medidas de buscas e apreensões ou medidas cautelares da operação compõe, neste momento, o quadro de servidores da Prefeitura de Cuiabá, não existindo vínculo funcional ativo com a administração.
A operação cumpre 75 ordens judiciais e apura a prática dos crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Entre os investigados estão o vereador, servidores públicos, um instituto sem fins lucrativos, empresas e um empresário. As investigações indicam que o grupo teria se organizado para direcionar emendas parlamentares a um instituto e a uma empresa previamente ajustados. Parte dos valores destinados por meio dessas emendas, segundo a apuração, era devolvida ao parlamentar responsável pela indicação dos recursos, caracterizando o suposto esquema de desvio.
A Prefeitura de Cuiabá declarou que a atual gestão não figura entre os investigados na Operação Gorjeta deflagrada pela Polícia Civil nesta terça-feira (27), que apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos envolvendo emendas parlamentares. O vereador Chico 2000 (PL) é um dos alvos e está afastado do cargo por 60 dias, outros dois servidores da Câmara Municipal foram exonerados. A gestão municipal reforça que nenhum dos alvos das medidas de buscas e apreensões ou medidas cautelares da operação compõe, neste momento, o quadro de servidores da Prefeitura de Cuiabá, não existindo vínculo funcional ativo com a administração.
A operação cumpre 75 ordens judiciais e apura a prática dos crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Entre os investigados estão o vereador, servidores públicos, um instituto sem fins lucrativos, empresas e um empresário. As investigações indicam que o grupo teria se organizado para direcionar emendas parlamentares a um instituto e a uma empresa previamente ajustados. Parte dos valores destinados por meio dessas emendas, segundo a apuração, era devolvida ao parlamentar responsável pela indicação dos recursos, caracterizando o suposto esquema de desvio A Prefeitura afirmou que permanece de portas abertas para prestar todos os esclarecimentos necessários aos órgãos fiscalizadores, à imprensa e à sociedade, reforçando seu compromisso com a transparência, a ética na gestão pública e a defesa do interesse coletivo.
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