• Diamantino, 19/09/2020
PANDEMIA

JBS já alocou mais de R$ 19 milhões em doações em Mato Grosso para enfrentamento à pandemia

As doações em Mato Grosso incluem 24 leitos de hospital, entre clínicos e de UTI


O "Fazer o Bem Faz Bem JBS", programa de solidariedade da empresa JBS para o enfrentamento à Covid-19 no Brasil, já destinou mais de R$ 19 dos R$ 26,7 milhões que estão sendo doados para o combate ao novo coronavírus no estado. Os recursos irão beneficiar 18 cidades mato-grossenses.


As doações em Mato Grosso incluem 24 leitos de hospital, entre clínicos e de UTI, e a compra de mais de 800 equipamentos hospitalares como bombas de infusão, monitores de sinais vitais, eletrocardiógrafos, camas, ultrassom portátil, desfibriladores, entre outros.

Além disso, foram destinados recursos para a aquisição de mais de 1,8 milhão de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) hospitalares, como aventais, máscaras cirúrgica e N95, protetores faciais e toucas; 41,5 mil máscaras de tecido para a comunidade; cerca de 17 mil itens de higiene e limpeza e 8 mil cestas básicas para a população vulnerável. Os recursos também foram empenhados para aquisição de 9 ambulâncias.

O programa irá beneficiar as cidades mato-grossenses de Água Boa, Alta Floresta, Alto Paraguai, Araputanga, Barra do Garças, Brasnorte, Cáceres, Campo Verde, Colíder, Confresa, Cuiabá, Diamantino, Juara, Juína, Pedra Preta, Pontes e Lacerda, Rondonópolis e Tangará da Serra. Somadas, as doações realizadas pela JBS nestes municípios têm capacidade de beneficiar cerca de 1,5 milhão de pessoas direta e indiretamente.

Projetos sociais, capazes de impactar diretamente 500 mil pessoas, também foram selecionados. Entre eles, a JBS destinará recursos para o Centro de Desenvolvimento Agroecológico do Cerrado (CEDAC), que tem sede em Goiás, mas inclui atendimento às comunidades quilombolas, indígena e/ou migrantes em Mato Grosso; e para o programa Ação Social para a Igualdade das Diferenças (ASID), com sede no Paraná, que trabalha em prol da inclusão social da pessoa com deficiência intelectual e física. O projeto atua em todo o território nacional, empoderando as famílias e desenvolvendo as habilidades dessas pessoas para inclusão no mercado de trabalho, e atende mais de 10 mil pessoas.

Entre as ações que vão receber apoio do programa da JBS, também vale destacar a oferta, via EAD (ensino a distância), de treinamentos aos profissionais da saúde para operação de equipamentos hospitalares, incluindo respiradores, administração de EPIs e precauções relacionadas à Covid, entre outros assuntos. O programa é gratuito e utiliza as ferramentas e a metodologia do Hospital Albert Einstein, Faculdade de Medicina da USP e Instituto Moinhos de Vento (RS). Com o foco nas cidades atendidas pelo programa, a estimativa é que mais de 30 mil profissionais sejam treinados.

Os recursos do programa são convertidos em bens e serviços de acordo com as necessidades definidas pelas autoridades públicas locais (estados e municípios) e validadas pelos comitês de especialistas nas três esferas atendidas pelo programa – saúde, social ou ciência – de acordo com a área de destino da doação. Os comitês são formados por médicos e representantes de instituições referência no país, tanto na área da saúde, como social e científica.

O "Fazer o Bem Faz Bem JBS" é coordenado por Joanita Maestri Karoleski, ex-CEO da Seara, com um time de 30 colaboradores da JBS totalmente dedicado à iniciativa. A contribuição da Companhia também se estende pela utilização de sua estrutura pelo país. As consultorias Tyno, na área administrativa, e a Grant Thornton, na auditoria das doações, apoiam o projeto de forma pro bono.

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